quinta-feira, 21 de novembro de 2013

MORAR NA ITÁLIA - AS PEQUENAS CIDADES DE ABRUZZO: SAN STEFANO DI SESSANIO E SCANNO

Morar na Itália - duplacidadanianaitalia.blogspot.com.br

AS MAIS BELAS E PEQUENAS CIDADES DE ABRUZZO - continuação 

por BEATRIZ PICCOLI
beatriz_piccoli@hotmail.com
duplacidadanianaitalia.blogspot.com.br

Pensei em montar um roteiro de visitação para aqueles que querem conhecer um pouco mais do que é viver na Itália como nossos antepassados: no campo. E para isso passo a citar algumas cidades que penso serem as mais bonitas e típicas da região de Abruzzo. Morar em uma destas cidades é poder respirar liberdade, poder viver em tranquilidade com a natureza e com o próprio ser humano. Não há aquela preocupação que temos, principalmente quem vive em grandes centros, tais como poluição, não há violência, não existe o stress que estamos acostumados a presenciar em São Paulo. A qualidade e o custo de vida compensam qualquer sacrifício. Venha conhecer e morar em Abruzzo - terra de camponeses, pastores e de estações de esqui, terra da natureza. 

SAN STEFANO DI SESSANIO 

 






Esta pequena cidade com cerca de 115 habitantes, está localizada na Província de Aquila em Abruzzo e comemora no dia 02 de agosto o dia de seu padroeiro que é Santo Stefano. 
A teoria mais aceita é que o nome da cidade deriva de Sassanio Sextantio, uma pequena povoação romana localizada perto da cidade atual, que ficava provavelmente perto de uma importante aldeia romana. A cidadezinha de S.Stefano di Sessanio é, entre os monumentos feitos pelo homem, talvez o mais sugestivo de todo o Parque Nacional de Gran Sasso e do Monti della Laga. É um burgo completamente construído em pedra calcária branca, e cuja brancura tornou-se opaca com o passar do tempo. As ruas que atravessam a pequena cidade devem ser obrigatoriamente percorridas a pé e apresentam uma riquíssima variedade arquitetônica, das íngremes escadas que ficam ao lado da Igreja de S.Maria in Ruvo (séc. XII-XIV) até as tortuosas ruelas sinuosas pavimentadas que serpenteiam entre as casas e conduzem-nos até a Torre, um longo do caminho construído sob as casas para proteger os pedestres da neve e do vento frio do inverno. Construídos durante o governo da família Medici, as arcadas elegantes, os portais em arco com azulejos florais, janelas de pedra finamente trabalhadas e decoradas e as janelas gradeadas com suas varandas, formam a arquitetura medieval da cidadezinha. O produto típico da cidade são as lentilhas biológicas, que possuem uma qualidade rara e antiga e são cultivadas apenas em terra árida de altas montanhas, que ficam entre 1.200 e 1.450 metros de altura. Seu prato típico é a sopa de lentilhas servida com pão amanhecido cortado em pequenos quadrados (crotons) fritos em azeite de oliva, além da carne de cordeiro criados no planalto do Campo Imperatore em receitas como a do cordeiro alla chiaranese com queijo e ovos. 


Zuppa di lenticchie









Não deixe de ver:

- a Igreja de San Stefano
- a Sagra da lentilha em setembro
- a sede do comune
- as ruas estreitas
- os palacetes 
- a arquitetura medieval

Como chegar e para conhecer melhor a cidade entre em contato conosco:

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ou pelos telefones:

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SCANNO


 














Situada na província de Aquila em Abruzzo, Scanno conta com cerca de 2.000 habitantes. O nome da cidade deriva do lugar onde ela foi fundada, foram os romanos que deram o nome de Scanno à cidade, em referência a um penhasco rochoso sobre o qual descansa os primeiros indícios das altas montanhas do Vale do Sagitário. 
Comemora-se o dia de seu padroeiro em 20 de setembro, data em que a cidade presta homenagem a Santo Eustaquio. 
Paisagem perfeita para encenar um filme de Pasolini, Scanno traz a força do passado com suas tradições e seus amores. Construída por trabalhadores humildes, que do campo tiravam seu sustento, Scanno tem suas casas, suas fachadas imponentes, decoradas com elementos arquitetônicos mais variados como portais, colunas, arcos, pilastras, anjos, balcões etc. Com o passar do tempo alguns edifícios precisariam de restauro pois suas fachadas perderam a coloração original mas o centro urbano e histórico continua harmonioso e encantador. E a beleza desta cidade está em se deixar levar pelas ruelas e vielas, descobrindo detalhes arquitetônicos e curiosidades particulares criando visões inesperadas. Scanno se descobre assim, deixando se transportar pelos prazeres de um olhar mais atento.  
O produto tradicional da cidade é basicamente o traje típico das mulheres de Scanno. 

Traje feminino de Scanno
Os pratos típicos vão do salame e queijo, juto com os antepastos como a ricota fresca e quase derretendo na boca, macarrão com feijão e molho, macarrão alla chitarra, carne de cordeio ou de porco. Os doces são os amaretti e o bolo com frutas vermelhas do bosque. 

Não deixe de ver:

- o antigo muro da cidade
- o único portão Porta della Croce (do séc. XV) que ainda resta do antigo muro. 
- os inúmeros arcos internos das vielas
- os portais de pedra
- as duas fontes barrocas
- as inúmeras igrejas e palazzetti
- as festas com os costumes femininos
- o Museu da Lã
- o Lago de Scanno com seu formato de coração
- as montanhas que cercam a cidade


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segunda-feira, 18 de novembro de 2013

MORAR NA ITÁLIA - AS PEQUENAS CIDADES DE ABRUZZO: PIETRACAMELA E ROCCA SAN GIOVANNI

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AS MAIS BELAS E PEQUENAS CIDADES DE ABRUZZO - continuação 

por BEATRIZ PICCOLI
beatriz_piccoli@hotmail.com
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Pensei em montar um roteiro de visitação para aqueles que querem conhecer um pouco mais do que é viver na Itália como nossos antepassados: no campo. E para isso passo a citar algumas cidades que penso serem as mais bonitas e típicas da região de Abruzzo. Morar em uma destas cidades é poder respirar liberdade, poder viver em tranquilidade com a natureza e com o próprio ser humano. Não há aquela preocupação que temos, principalmente quem vive em grandes centros, tais como poluição, não há violência, não existe o stress que estamos acostumados a presenciar em São Paulo. A qualidade e o custo de vida compensam qualquer sacrifício. Venha conhecer e morar em Abruzzo - terra de camponeses, pastores e de estações de esqui, terra da natureza. 



PIETRACAMELA - a cidade construída na pedra






 














 





Esta pequena cidade da Província de Teramo em Abruzzo, é habitada por cerca de 300 pessoas. O significado de seu nome é um mistério, a palavra Pietra indica rocha ou pedra sobre a qual a vila foi erguida; a palavra camela pode significar corcova de camelo, que é a forma da rocha que pode ser vista da cidadezinha; ou pode derivar também da época da invasão dos Cimerri - do Oriente, e ter sido denominada de: "petra cacumeria", traduzida por pedra no topo. A cidade comemora sempre no segundo domingo de julho o dia de seu patrono,  que é San Leucio. O pequeno burgo fica a cerca de 1.000 m. de altura, aos pés da montanha do Corno Piccolo e foi definida pelo Monsenhor Pense como sendo "o ninho das águias". A data mais antiga que se encontra na cidadezinha está gravada numa placa em cima de uma porta da aldeia com a data de 1432. A economia do país era a da subsistência dos habitantes e de escambo com as cidades vizinhas e hoje está voltada para o turismo pois oferece trilhas naturais de inigualável beleza, tanto artisticamente como naturalmente. Seus produtos típicos são apreciados e famosos pela existência de certos antepastos com salsão e o "cacio marcetto" que é o queijo cremoso feito do leite de ovelhas; o "scrippelle mbusse" que é o crepe imerso em um caldo de galinha e depois polvilhado com queijo parmesão ou pecorino de Abruzzo temperado e laminado. A criação de ovelhas, porcos e cabritos também é costumeiro assim como a colheita de produtos da natureza como cogumelos e castanhas. 



Scrippelle mbusse

Não deixe de conhecer:

a Igreja Matriz de S. Leucio, construído em 1780.
- a Casa da Torre, que já foi usado como uma torre de vigia
- a Piazza Cola di Rienzo, ou Praça dos Heróis. 
- a porta Fontana 
- a fonte construída em 1880.
- a pequena capela da Anunciação
- o Monte Calvário
- dentro do país encontra-se o velho prédio da prefeitura e a igreja de San Giovanni de 1432. 
- o Palazzo Signoretti, com suas janelas rodeadas por colunas em espiral
- a pequena Igreja de San Rocco de 1530
- as ruínas da igreja Della Madonna
- ruínas de um velho Moinho perto do Rio Arno.


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ROCCA SAN GIOVANNI - entre e montanha e o mar


 







Rocca San Giovanni é uma pequena cidade na Provincia de Chieti em Abruzzo que conta com quase 2.400 habitantes. Seu padroeiro é San Matteo e comemora-se o seu dia em 21 de setembro. A vila foi funada por Oderisio II no séc. XI e ampliada por abades do Mosteiro de San Giovanni in Venere para ser um forte, um refúgio para os monges da própria abadia. Foi citada pela primeira vez em 01 de março de 1046 em um documento do Rei Henrique III para o próprio mosteiro. Os produtos típicos da cidade são inúmeros e são frutos do trabalho assíduo da terra e da natureza intocada e generosa. O vinho e o azeite são os protagonistas principais desta mestria, resultado de séculos de trabalho e sucessivas gerações, de qualidade incomparável, o azeite é conhecido devido às suas propriedades nutricionais, sua pureza e sua densidade. O vinho Trebbiano e Montepulciano Cerasuolo são produtos que resultam da paixão e interesse dos viticultores locais. Percorrendo a costa, vemos grandes pomares de cítricos como as deliciosas laranjas. redescoberto graças à paixão e interesse dos viticultores local. Ao longo da costa existem grandes pomares de citrinos a partir do qual você pode coletar deliciosas laranjas. Os pratos típicos são: Macarrão alla chitarra (macarrão cortado numa espécie de caixa com fios de ferro como se fossem cordas de um violão)e os cellippieni (doces recheados). 


















Cellippieni

Não deixe de ver:

- Entre as peculiaridades exclusivas da costa abruzzesa estão as pitorescas e curiosas maquinas de pesca chamadas de "trabocchi", feitas inteiramente de madeira, compondo uma passarela de pesca reta e longa na qual os pescadores a utilizam para chegar até o alto mar. 
- o Casino Murre, antiga construção medieval 
- o Monumento aos mortos da 2ª. Guerra Mundial
- a Igreja de San Matteo Apostolo de 1076
- as ruínas de um imponente muro da Rocca construído por volta de 1061
- as praias da cidade


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quinta-feira, 14 de novembro de 2013

MORAR NA ITÁLIA - AS PEQUENAS CIDADES DE ABRUZZO: PENNE E PETTORANO SUL GIZIO

MORAR NA ITÁLIA - AS PEQUENAS CIDADES DE ABRUZZO: PENNE E PETTORANO SUL GIZIO

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AS MAIS BELAS E PEQUENAS CIDADES DE ABRUZZO - continuação 

por BEATRIZ PICCOLI
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Pensei em montar um roteiro de visitação para aqueles que querem conhecer um pouco mais do que é viver na Itália como nossos antepassados: no campo. E para isso passo a citar algumas cidades que penso serem as mais bonitas e típicas da região de Abruzzo. Morar em uma destas cidades é poder respirar liberdade, poder viver em tranquilidade com a natureza e com o próprio ser humano. Não há aquela preocupação que temos, principalmente quem vive em grandes centros, tais como poluição, não há violência, não existe o stress que estamos acostumados a presenciar em São Paulo. A qualidade e o custo de vida compensam qualquer sacrifício. Venha conhecer e morar em Abruzzo - terra de camponeses, pastores e de estações de esqui, terra da natureza. 

PENNE - A CIDADE DS TIJOLOS







A cidade de Penne está localizada na Província de Pescara em Abruzzo e conta com uma população de cerca de 12.500 habitantes. No dia 07 de maio a cidade festeja o dia seu padroeiro que é San Massimo. Nesta pequena cidade concentra-se quase toda a produção do espinafre abruzzese. Antiga capital do povo itálico dos Vestini, está localizada em cima de quatro colinas, representadas em seu brasão municipal e seu nome origina-se do termo "pinna" que neste contexto significa terreno alto. A arquitetura da cidade é caracterizada por construções do período medieval, com ruas estreitas, becos e casas cujo característica principal é a presença dos tijolos expostos. No mês de janeiro do ano de 1944, a cidade foi bombardeada e suas instalações tanto do hospital local quanto da catedral foram danificadas, mas depois foram restauradas. Na década de 60 foi construída uma barreira artificial, criando o Lago di Penne, com um famoso oásis natural. 


Os principais produtos típicos, além do espinafre abruzzese são: a produção de grãos (cevada, milho, cevada e de trigo duro), o cultivo da oliveira (azeite virgem extra) , de videiras (as de  Montepulciano d'Abruzzo, Cerasuolo e Trebbiano d'Abruzzo) e uma discreta presença de gado branco dos Apeninos. O prato típico, assim como em todo o Abruzzo, destaca-se o espaguete nella guiterra e o cabrito assado. 

Não deixe de ver:
- Catedral de Penne
- Porta da cidade, chamada de Porta Teramo
- Igreja de Santa Cruz
- Igreja de Santa Clara de 1600
- Igreja de San Ciro de 1700
- Palazzo de Dura com os tijolos expostos
- Palazzo Scorpione, da Duquesa de Penne, também com tijolos expostos
- Colegio de San Giovanni Evangelista de 1324 com seu campanário renascentista
- Palazzo Stefanuccido séc. XVII
- Palazzo del giustiziere del 1400
- Igreja de Santo Antonio di Padova de 1648
- Palazzo Aliprandi do séc. XVII
- Porta della Ringa de 1832
- Igreja de San Domenico de 1667 e a Madonna con Bambino em pedra de 1400
- Igreja dell' Annunziata 
- Pórtico Salconio de 1911
- Porta dei Conci, com seu arco em pedro do séc. XIV
- Igreja de San  Gioavnni Battista de 1700
- Palazzo di Teseo Castigliond de 1766
- Viela San Francesco que antecede a entrada para o centro histórico através da Porta di San Francesco
- Museu arqueológico civico-diocesano "G.B.Leopardi"
- Museu Cívico diocesano na cripta do séc. VII
- Museu naturalista "N.De Leone"
- Museu de arte moderna e contemporânea no Palazzo de Leone
- Museu hisórico e artístico do Convento di Santa Maria in Colleromano


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PETTORANO SUL GIZIO - A CIDADE DAS RUELAS EM LABIRINTO





Esta cidade localiza-se na Província de Aquila, em Abruzzo e conta com uma população de quase 1.400 habitantes. Segundo estudos, o nome da cidade deriva da palavra "pettorale", para designar a forma do mapa da cidade que se assemelha a de armadura de peito ou deriva de "petra" devido a sua natureza rochosa ou ao nome da antiga aldeia  ligada ao nome de Pictorius, um nobre romano. As antigas ruas de paralelepípedos, os brasões do Cantelmo encravados pelo tempo, os portais barrocos, as inscrições na fachada que deixam um ar medieval, as pedras das casas antigas, o percurso dos muros e as montanhas que cercam a aldeia são inesquecíveis para todos que visitam a cidade.
No dia 13 de julho comemora-se na cidade o dia seu padroeiro que é Santa Margherita. O produto típico da cidade era, até a década de 50, a polenta - pois era o prato principal para aqueles camponeses que passavam longos períodos longe da casa. Para o camponês humilde, a polenta era regada simplesmente com alguns temperos, era a refeição para o café da manhã, almoço e jantar. O prato típico é a polenta com consistência rígida, rigorosamente cozida em panela de cobre e cortada em fatias por um fio. Também típicos da cidades estão os "mugnoli cazzarielli" pequenos nhoques feitos com água e farinha, acompanhados de legumes cozidos. 

Não deixe de ver:

- o Castello Cantelmo
- a Igreja Matriz
- a Igreja de San Rocco
- a Igreja della Madonna della Libera
- a Igreja di San Nicola
- a Igreja de San Giovanni
- a Igreja de Santo Antonio
- o Palazzo Ducale
- o Palazzo Castaldina
- o Palazzo Croce
- o Palazzo Giuliani
- o Palazzo Vitto-Masse
- o Palazzo Del Prete-Nola
- o Palazzo Gravina
- o |Palazzo La Locanda
- a Porta de San Nicola
- a Porta del Mulino
- a Porta Cencio detta anche Reale o Delle Manare
- a Porta San Marco o Delle Macchie
- a Porte S.Margherita o Delle Frascare


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segunda-feira, 11 de novembro de 2013

MORAR NA ITÁLIA - AS PEQUENAS CIDADES DE ABRUZZO: OPI E PACENTRO

MORAR NA ITÁLIA - AS PEQUENAS CIDADES DE ABRUZZO: OPI E PACENTRO

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AS MAIS BELAS E PEQUENAS CIDADES DE ABRUZZO - continuação 

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OPI - a cidade construída na coluna de uma montanha












Opi, da Província de Aquila em Abruzzo, é uma cidade com cerca de 450 habitantes e está situada no Parque Nacional de Abruzzo. As casas são propriedades do estado por estarem inteiramente dentro de terras da união. O nome da cidade, talvez possa derivar da palavra OPE - nome de uma divindade sabina, mas o mais provável é que o nome derive do latim: "oppidum" que significa castelo fortificado.
No dia 24 de junho comemora-se o dia de seu patrono, que é São João Batista. Os produtos típicos da cidade de Opi são aqueles derivados de ovelha e de cabras, como os queijos de "pecora" e a ricota. Os pastores com os seus rebanhos de ovelhas ainda carregam a tradição milenar de levar seus animais para as montanhas, atravessando cidades e trilhas. Como algumas das tradições gastronômica local temos o pão amanhecido cortado em fatias, umedecido em soro, ainda quente, das ovelhas de seu rebanho; e temos também a Cicatelli bolinho de couve flor. A refeição termina com um doce típico como tanozzi e o licor feito com morangos silvestres.
Não existem na cidadezinha edifícios que chamem a atenção do turista por suas particularidades mas é de vital importância o fato de ainda existirem habitações que foram construídas por volta do ano 1.000 e que ainda se mantem habitáveis mesmo após alguns terremotos que atingiram a região. A cidade apresenta habitações construídas uma ao lado da outra, na borda das rochas nas montanhas, de onde se tem uma visão magnífica do circulo de montanhas que cercam a vila. Na parte mais antiga do centro histórico ainda habitado pode-se ver o estreito Foce, um estreito desfiladeiro esculpido pelo rio Sangro, onde está situado o Museu del Camoscio, que desemboca na fauna selvagem da região. Na parte central da cidade  fica também o prédio onde funciona o "comune", antiga construção datada do século XVII. 

Não deixe de ver:
- a Igreja de Santa Maria Assunta, com seu campanário do séc. XII
- a Capela de San Gioavnni Battista do inicio do séc. XVII
- as ruínas de um templo atribuído ao culto a divindade sabina OPE

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PACENTRO - a magia de voltar à idade média















Pacentro é uma cidadezinha localizada na Província de Aquila em Abruzzo e conta com uma população de cerca de 1.200 habitantes. No dia 08 de maio a população comemora o dia a Santa Maria da Misericórdia, protetora da cidade. O nome Pacentro, provavelmente está ligado ao nome de uma antiga vila, onde foram encontradas as ruínas de fábricas, lápides e túmulos. Existe também uma lenda que diz ter sido a cidade fundada por Pacinus, herói de Tróia, deixou Enéias nas margens do rio Tibre e se enredou pelas matas e terras. avançando por Sannio, chegando até o pé do Monte Morrone onde se instalou e fundou Pacentro. Na cidade ainda há a tradição secular de processar pedras brancas do Majella para obras de arte como estatuetas para o presépio, além da presença feminina com a manufatura artesanal de crochê filé e dos trajes típicos da região. Em especial na produção de obras em terracota, com enfeites coloridos do folclore típico abruzzese e algumas dessas obras de arte podem ser vistas decorando casas, igrejas e edifícios dos centros históricos de Abruzzo. 
A gastronomia local oferece as tradições de uma vida simples abastecida com produtos locais, carnes de excelente qualidade pois os animais são criados nas pastagens das montanhas, ricas em ervas que transferem seus sabores para o leite e para o queijo produzido na região. As oliveiras e os vinhedos encontrados nas encostas da montanha 
são ideais para produzir com qualidade os azeites e os vinhos.

Não deixe de ver:

- o Castelo de Caldora, do séc. X
- o Canaje - lavadouro público construído com pedras, onde as mulheres de todos os locais da cidadezinha , vinham com as típicas bacias de cobre na cabeça.
-  a Pedra Preta ou do escândalo, assim chamada por expor publicamente os insolventes, forçando a sentarem nus na frente de todos, como uma forma de humilhação pública.
- a Igreja matriz do séc. XVI, com a sua fonte monumental
- o Palazzo Tonno do séc. XVII, com os detalhes das janelas
- O Palazzo La Rocca, onde está instalada a prefeitura(comune)
- Palazzo Avolio
- Palazzo Massa
- Piazza Umberto I
- Palazzo Granata com sua porta monumental
- Palazzo Simone
- Igreja de San Marcello - de 1047 (a mais antiga da cidade)
- Igreja de Madonna delle Grazie.
- as pinturas rupestres na Caverna de Colle Nusca, de milhares de anos atrás.


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